ALDO LAVAGNINI PDF

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Author:Muramar Zuzshura
Country:Mozambique
Language:English (Spanish)
Genre:Finance
Published (Last):24 July 2008
Pages:371
PDF File Size:20.54 Mb
ePub File Size:10.36 Mb
ISBN:337-9-37124-756-5
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Apesar de alguns objetarem sobre a tica s vezes moralista, s vezes racionalista de algumas partes desses manuais, so, entretanto, poderosos auxiliares no conhecimento de nossa Ordem e uma bssola que norteia as possibilidades do conhecimento manico. As suas consideraes sobre o simbolismo da maonaria e dos aspectos esotricos do ensinamento so, segundo nossa tica pessoal, um blsamo. Cada vez mais a forma tem prevalecido sobre a essncia, muitas vezes decorrente do desconhecimento do sentido da iniciao manica, e de quais objetivos a Organizao deve manter como principais.

O Grau de Companheiro, muito bem contemplado no presente manual, o incio do aprofundamento terico na maonaria, haja vista que seus ensinamentos, em data mais remota, eram o pice do conhecimento operativo. Com a criao de um terceiro grau independente, apesar das adaptaes que o Grau de Companheiro sofreu, ainda assim manteve diversos ensinos que so extremamente necessrios quele que busca a efetivao do conhecimento manico em seu prprio ser.

Devemos declarar, expressando nossa viso particular -partilhada por outros tantos Irmos, que a maonaria, em primeiro lugar, deve ser vista fundamentalmente como uma sociedade esotrica1 e inicitica, cuja transmisso do conhecimento propicia a libertao gradual do homem, objetivando sua Realizao espiritual, no confundindo espiritualidade com religio, como soe acontecer na atualidade, sendo esta apenas um aspecto, ainda que importante, daquela.

E que o conhecimento esotrico, sendo superior ao conhecimento exotrico, tem sua perspectiva muito mais aprofundada do que este.

Portanto, busca o Reino de Deus e sua Justia e todas as outras coisas lhe sero dadas por acrscimo. E, corroborando com o que dissemos, Chuang Tse diz no Grande Supremo: Aquele que sabe o que do Cu e o que sabe o que do Homem alcanou verdadeiramente o cimo da sabedoria. Aquele que sabe o que do Cu, molda sua vida segundo o Cu. Aquele que sabe o que do Homem, pode ainda usar sua cincia para desenvolver o conhecimento do desconhecido, vivendo at o fim dos seus dias e no perecendo jovem, eis a perfeio do saber.

Nisso, entretanto, h uma falha. O saber correto depende dos objetos, mas os objetos da cincia so relativos e incertos mutveis. Como se pode saber que o natural no realmente do O esotrico nada tem a ver com magias ou feitiarias, ou sequer com ocultismo, como a vulgo costuma tratar.

Ns devemos, antes de tudo, ter homens verdadeiros antes de termos a cincia verdadeira. Contudo, o vigor deste manual est, precisamente, nos momentos em que mostra a pureza da simblica manica como extremamente ligada aos aspectos metafsicos, sendo aquela proveniente destes.

E, a partir do momento em que o maom lanar a verdadeira luz sobre seu corao, ou melhor, deixar que sua Luz Interior realmente se expresse e se estabelea, vai saber moldar sua vida conforme o Cu. E ao moldar sua vida conforme o Cu, mais possibilidades de tornar efetiva sua felicidade e da que os rodeiam, pois Aquele que segue o Caminho Perfeito no deseja estar cheio de coisa alguma2. Contudo, no contm as figuras traduzidas e, portanto, so tradues incompletas.

Quando buscamos utilizar destas tradues, que julgamos terem sido de vital importncia no nosso conhecimento manico, percebemos que estavam truncadas, faltando partes dos escritos e, at, faltando um captulo completo!

Por este motivo, decidimos realizar novamente a traduo, desde o comeo, alm de inserirmos as figuras e fazermos uma edio mais cuidadosa. No encontramos interesse das editoras brasileiras em publicar a obra de Lavagnini. Por este motivo, dispusemos de nossas tradues em meio eletrnico, objetivando que chegue a um nmero maior de Irmos, solicitando, sempre, que mantenham a obra imperturbada, sem alteraes considerveis ao serem transmitidas ou expostas em estudos.

Algumas figuras foram retrabalhadas, outras completamente redesenhadas quando julgamos necessrio como no caso das figuras que precisavam ser traduzidas , sempre buscando seguir o esprito da obra original. Decidimos manter o texto sobre a histria da maonaria com os detalhes originais, conforme sua poca, at como expresso da situao histrica que acontecia no mundo na poca em que foi escrito dcadas de e Em alguns momentos, apenas, buscamos informar alguns dados atuais , apenas para serem utilizados como termo de comparao aos dados apresentados pelo autor.

Todas estas intervenes estaro marcadas com N. Nisso essencialmente se insere a qualidade de Companheiro, ou obreiro da inteligncia construtora, no qual se converteu como resultado de um aprendizado fiel e perseverante.

Sua iniciao efetiva nessa arte, como obreiro ou artista, o faz companheiro de todos os que praticam em comunho de ideais e objetivos, compartilhando o po dos conhecimentos e capacidades, adquiridos por meio do estudo e da experincia, como resultado dos esforos numa atividade til e construtiva.

O sentimento de solidariedade ou companheirismo que nasce de to ntima comunho, , e deveria ser, a caracterstica fundamental deste grau manico. O aprendiz, em virtude de seus conhecimentos ainda rudimentares, e de sua incapacidade simblica para uma obra realmente eficiente, por no ter sido ainda provadas sua perseverana e firmeza de propsitos, no pode sentir ainda esta solidariedade que nasce do sentimento de igualdade com os que praticam a Arte; sendo que deve esforar-se constantemente para estar alinhado com os Princpios, e poder chegar assim em nvel com aqueles que se estabeleceram nos mesmos.

A liberdade o ideal e a aspirao do Aprendiz, cujos esforos se dirigem principalmente a libertar-se dos julgo das paixes, dos erros e vcios; j que cada vcio um vnculo que o detm, retardando o seu progresso.

Por meio do esforo vertical, simbolizado pelo prumo em sentido oposto gravidade das propenses negativas que constituem a polaridade inferior de seu ser , chega a conquistar aquela liberdade que s se encontra na fidelidade aos Ideais, Princpios e Aspiraes mais elevados de nosso ser. A igualdade deve ser a caracterstica principal do Companheiro que aspira elevar-se interiormente at o seu mais elevado Ideal e, em conseqncia, ao nvel dos que se esforam no mesmo caminho e para as mesmas finalidades.

Enquanto para a fraternidade no pode ser, se no o resultado de haver-se identificado de uma maneira ainda mais ntima com seus irmos, quaisquer que sejam as diferenas exteriores que, como barreiras, aparentam elevar-se algumas vezes entre os homens.

Sem dvida, o aprendizado que o Aspirante terminou simbolicamente, ao ser admitido no segundo grau, ainda no est concludo: onde quer que estejamos e em qualquer condio, em qualquer grau manico no deixamos de ser aprendizes, porque sempre temos algo a aprender. E este desejo ou atitude para aprender a condio permanente de toda possibilidade de progresso interior.

Porm qualidade de aprendiz deve agregar-se algo mais: a capacidade de demonstrar e colocar em prtica em atividade construtiva os conhecimentos adquiridos, e por meio desta capacidade realizadora como se chega a converter-se em verdadeiros Companheiros. Igualmente, a capacidade de alcanar um estado mental de firmeza, perseverana e igualdade no os dispensa da necessidade de seguir esforando-se para estar constantemente em prumo com os seus ideais, princpios e aspiraes espirituais.

Manual do Companheiro Maom Aldo Lavagnini Cada grau manico simboliza, pois, uma condio, qualidade, prerrogativa, dever e responsabilidade que se somam s precedentes sem que nos dispensem de cumprir com as mesmas.

Portanto, qualidade de Companheiro deve agregar-se a de Aprendiz de maneira que, sem que cesse o esforo de aprender e progredir, esta atividade se faa fecunda e produtiva, segundo o expressa o sentido da palavra que indica a passagem do primeiro ao segundo grau. Assim, pois, por haver sido admitido em um grau superior, no deveis esquecer vossa instruo de Aprendiz, nem tampouco deixar de continuar estudando e meditando o simbolismo do primeiro grau: o malho, o cinzel e o esquadro no so menos necessrios pelo fato de que aprendestes tambm o uso do compasso, da alavanca e da rgua, que os complementam, porm no os substituem.

Cada grau manico , sobretudo, um novo grau de compreenso da mesma doutrina, um grau situado alm da capacidade no uso dos mesmos instrumentos, cujas infinitas possibilidades dependem somente de nosso desenvolvimento interior. Com o mesmo malho e cinzel, far o humilde canteiro ao princpio de sua carreira, uma pedra toscamente lapidada; o obreiro esperto um trabalho muito mais proveitoso para os objetivos da construo; um artista de maior habilidade saber fazer dela um capitel ou outra obra ornamental.

Porm o escultor que sabe expressar na mesma pedra um ideal de beleza, far dos mesmos instrumentos um uso infinitamente superior, e o valor de sua obra ser por certo muito maior. O mesmo ocorre com os graus manicos, caracterizados tanto por uma maior capacidade no uso dos primeiros e fundamentais instrumentos da Arte, como por novos instrumentos simblicos desconhecidos nos primeiros graus.

Porm, o uso sempre perfeito dos instrumentos elementares, o que torna teis e proveitosos os demais instrumentos, que de nada serviriam, para aqueles que no tivessem aprendido ainda a manejar os primeiros. No esqueais, portanto, ao ingressar nessa segunda etapa de vossa carreira manica, que todo vosso progresso nela, como nas posteriores, depende de vossa crescente capacidade de interpretar os elementos fundamentais do simbolismo da Arte, aprendendo a viv-los e realiz-los de uma forma sempre mais perfeita e proveitosa; j que cada grau no outra coisa que uma melhor, mais iluminada, elevada e profunda compreenso e realizao do programa de Aprendiz, que ser para sempre a base do Edifcio Manico, dado que no seu simbolismo est concentrada toda a doutrina que se desenvolve e se explica nos graus posteriores.

Os incios da Maonaria, segundo atualmente a conhecemos, devem-se principalmente ao estado de decadncia em que se encontravam nos fins do sculo XVII as antigas guildas de construtores, assim como as demais corporaes de ofcio, que tinham florescido nos sculos anteriores, alcanando seu apogeu cerca do fim da Idade Mdia. As causas desta decadncia foram, por um lado, a diminuio do ardor religioso que se seguiu Reforma, de maneira que a construo das igrejas foi dando lugar de outros edifcios profanos, tanto pblicos como privados; e por outro, um grau maior de especializao dos operrios em seus respectivos trabalhos, e a falta de convenincia por parte destes de seguirem se reunindo em grmios organizados para a prtica de uma arte determinada.

Precisamente por esta razo, no mesmo sculo XVII se propagou a prtica de serem admitidos nessas guildas de construtores membros honorrios ou maons aceitos , ainda totalmente estranhos prtica da arte de construir, mas que cooperavam para sustent-las material e moralmente. O dia em que estes maons aceitos comearam a prevalecer sobre os de ofcio, e se lhes concederam cargos de direo dos quais a princpio estavam excludos , foi justamente aquilo que sinalizou a transformao conhecida com o nome de maonaria operativa em especulativa; ainda que o desenvolvimento desta caracterstica houvesse que ser bem gradual, no estando de maneira nenhuma necessariamente comprometida pela presena de membros honorrios, apesar do nmero destes.

Nessa reunio, depois tornada tradicional por essa razo histrica, sem que os seus participantes pudessem dar-se conta disso, tratando de buscar uma soluo para as suas condies, que nos ltimos tempos se encontravam cada vez menos prsperas, os presentes decidiram se juntar na que depois em passaram a chamar Grande Loja, elegendo para As quatro diferentes estalagens eram as seguintes: 1 The Goose and Gridiron o Ganso e o Grilo ; 2 The Crown A Coroa ; 3 The Apple Tree A Macieira ; e 4 The Rummer and Grapes A Taa e as Uvas [N.

Esses foram: Anthony Sayer, homem desconhecido e de modesta condio, inteiramente estranho ao ofcio de pedreiro, que foi nomeado Gro-Mestre; Jacob Lamball, carpinteiro; Joseph Elliot, capito; foram eleitos grandes vigilantes4. Dado que essas Lojas no eram as nicas ento existentes algumas das outras, como a de Preston, chegaram at os nossos dias , no h dvida de que de nenhuma maneira poderiam tratar, ento, de escolherem um "Gro Mestre dos Maons", pois para tal no tinham autoridade, mas apenas [para eleger um Gro-Mestre] dessas quatro Lojas, no se podendo sequer assegurar que tal ttulo foi efetivamente utilizado nessa ocasio, ainda que o pudesse muito bem ter sido, com esta atribuio especfica.

Sem dvida, somente depois, e por mrito de homens que, sob diversas circunstncias foram atrados a essa "Grande Loja", que as denominaes de Gro Mestre e Grande Loja adquiriram real significado e importncia. O desenvolvimento futuro de nossa Instituio, a partir dessa modesta reunio, no estava de nenhuma forma condicionado mesma, e s se deve Fora Espiritual que aproveitou e vivificou esse pequeno e modesto agrupamento do qual brotou um movimento que se estendeu para toda a superfcie da terra.

Sempre so, pois, as idias que operam no mundo, acima dos indivduos que se fazem seus meios, veculos e instrumentos; e fora das idias, que animam e inspiram os homens, se deve todo o progresso e toda a obra ou instituio de alguma importncia, por traz daqueles que aparecem exteriormente como seus fundadores e expoentes. No que particularmente se refere Maonaria, no h dvida que suas origens mais verdadeiras, melhor que nesses homens de boa vontade e de inteligncia medocre, que unicamente se preocupavam em salvar suas lojas da decadncia que as ameaava, por meio da unio das mesmas.

Devem-se buscar essas origens na Idia Espiritual central, que oculta no seu cerne, o verdadeiro segredo manico, assim como das demais idias relacionadas com aquela, das quais se fez, em diferentes momentos e circunstncias especiais.

A essa idia central, ainda oculta e secreta para a maioria de seus adeptos, tambm devemos o conjunto de tradies, alegorias, smbolos e mistrios, que tem vindo se apropriando, e em parte criando e modificando, para embelezar e dar maior brilho a seus trabalhos, cujas origens, como a de seus cerimoniais, so antiqssimos, tendo nos sido transmitindo atravs de diferentes civilizaes que se desenvolveram sucessivamente sobre o nosso planeta. Desse ponto de vista est perfeitamente justificado o empenho dos primeiros historiadores manicos, comeando com Anderson, e dos que fizeram ou adaptaram os seus rituais, para relacionar nossa instituio com todos os movimentos espirituais e tradies msticas iniciticas da Antigidade, segundo tambm tratamos de faz-lo no manual do Aprendiz..

Pois se certo que a Maonaria Moderna tem sua iniciao nessa fortuita agremiao de quatro Lojas que se juntando, puderam salvar-se da dissoluo a que pareciam inevitavelmente destinadas - como so todas as coisas que no sabem renovarse quando chega o momento oportuno - e que, dessa maneira prosperaram muito alm de suas expectativas, no menos certo que souberam recorrer em segredo herana de 4 Estes dados s aparecem na segunda edio de do Livro das Constituies, de Anderson.

Manual do Companheiro Maom Aldo Lavagnini todos os segredos, mistrios e tradies, assim como souberam fazer-se o receptculo das grandes e nobres idias que constituem um fermento vital e um impulso renovador no meio em que atuavam.

E se pela natureza da Obra pode se reconhecer o Artista que soube conceber e realizar, se julgamos a Maonaria pela mstica beleza de seu conjunto simblicoritualstico, a essa Obra no se pode dar outro qualificativo seno o de magistral. Em sua essncia mais ntima e profunda, e qualquer que possa ser sua filiao exterior e aparente, no pode ser seno Obra de Mestres na acepo mais profunda da palavra.

Esta essncia ntima o Logos, ou verdadeira palavra que deve ser buscada em toda Loja justa e perfeita, a Idia Espiritual que na mesma deve se realizar. Esta mesma Idia, cujas latentes possibilidades depois vieram se desenvolvendo -e maiores que estas esperam ainda a oportunidade para poder vir luz- foi a semente da rvore poderosa que representa a Maonaria Moderna: um meio destinado ao reconhecimento e prtica da fraternidade, um crisol de idias e ideais, e um movimento libertador das conscincias e dos povos.

A estes dois homens deve a nascente Grande Loja o impulso espiritual renovador; assim como as linhas ideolgicas que depois caracterizaram a Maonaria moderna. O primeiro, ex-funcionrio governamental, homem muito ativo, enrgico e de posio desafogada, parece ter sido levado Sociedade, qual levou o prestgio de sua personalidade e de suas numerosas relaes sociais, por sua afeio para as antiguidades. O segundo, nascido em La Rochelle e filho de um pastor huguenote, telogo e jurista, amigo pessoal de Newton e vice-presidente da Real Sociedade de Londres, contribuiu, sobretudo, especialmente em colaborao com Anderson, com o desenvolvimento de sua parte ideolgica.

Estes tambm foram que atraram Sociedade outras eminentes personalidades como o Duque de Montague quem, em , aceitou a nomeao de Gro-Mestre, sucedendo a G. A eleio, feita com a representao de doze Lojas, de um membro da nobreza, foi sem dvida muito acertada em seu objetivo de assegurar Ordem prestgio e prosperidade material: ficou na moda, pois, o pertencer Maonaria, buscando-se nela uma espcie de patente de reputao e honradez.

Fez-se ento necessrio formular de uma maneira mais clara e completa tanto os princpios como os estatutos e regulamentos da Ordem, sobre a base das antigas Constituies colecionadas por G. Payne, e das General Regulations compiladas por este no segundo ano de sua presidncia. Desta maneira, o Duque de Montague encarregou o Rev. James Anderson, que foi valiosamente assistido em sua obra por G. Payne e J. Desaguliers, de colocar "s Antigas Constituies Gticas numa forma nova e melhor".

O manuscrito foi examinado pela primeira vez por uma comisso de 14 irmos, nomeada a fins do mesmo ano de pelo Duque de Montague, e foi aprovado em 25 de maro seguinte, com as emendas sugeridas por estes, depois do que se ordenou sua impresso, estando 24 Lojas representadas na assemblia.

O livro foi publicado e apresentado solenemente por Anderson na assemblia da Grande Loja que se verificou em 17 de janeiro de , sendo ento confirmado e proclamado Gro-Mestre o Duque de Wharton, que se havia feito nomear como tal em 24 de junho do ano anterior, numa assemblia convocada irregularmente por este.

Sucedeu-lhe o Conde de Dalkeith, continuando-se depois com o mesmo costume de eleger para o cargo de Gro-Mestre um membro distinto da nobreza. A histria legendria das origens manicas que aqui se relata descansa, como natural, sobre a Bblia, livro que para os povos anglo-saxes foi sempre objeto de especial venerao. Caim e os descendentes dele, como de Seth, so considerados como os primeiros edificadores, mencionando-se a seguir a Arca de No, que "embora de madeira, foi fabricada segundo os princpios da Geometria e das regras da Maonaria".

No e seus trs filhos foram, assim, "verdadeiros maons que, depois do dilvio, conservaram as tradies e artes dos antediluvianos e as transmitiram amplamente a seus filhos". Depois do que so mencionados os Caldeus e os Egpcios, e os descendentes de Jafet que emigraram "s ilhas dos gentis", como [sendo] todos igualmente hbeis na Arte Manica.

Consideram-se os israelitas, ao sarem do Egito, como "todo um povo de maons, bem instrudos sob a guia de seu Gro-Mestre Moiss, que s vezes os reuniu em uma Loja geral e regular". Tambm Nabucodonosor, depois de ter destrudo e saqueado esse mesmo Templo, se lhe atribudo ter posto "seu corao na Maonaria", construindo as muralhas e os edifcios de sua cidade, secundado pelos hbeis artfices que da Judia e de outros pases tinha levado cativos Babilnia. Tambm so citados os Gregos, Pitgoras, os Romanos e os saxes que, "com natural disposio Maonaria, muito em breve imitaram os asiticos, gregos e Nos anais manicos, diz-se haver queimado em sendo Payne o Gro-Mestre vrios antigos manuscritos para prevenir de que pudessem cair em mos estranhas.

Somente na segunda edio da obra, redigida no ano de , so dadas escassas notcias sobre a fundao da primeira Grande Loja que teve lugar em , dizendo-se unicamente na primeira que naquela poca, em Londres como em outros lugares, "floresciam diversas e dignas lojas individuais que celebravam um conselho trimestral e uma junta geral anual para nelas conservar sabiamente as formas e os usos da muito antiga e venervel Ordem, cuidar devidamente da Arte Real e conservar a argamassa da confraternidade, a fim de que a Instituio se parecesse com uma abbada bem ajustada".

No que concerne a Deus e Religio diz: "Um maom est obrigado, como tal, a obedecer lei moral; e, se compreende a Arte, nunca se far um ateu estpido, nem um libertino irreligioso".

Assim, pois, suficiente que sejam homens bons e leais, honrados e probos, quaisquer que sejam as confisses ou convices que os distinguirem". Sobre o assunto da autoridade civil escreve: "O Maom um sdito pacfico ante os poderes civis, em qualquer lugar em que resida ou trabalhe; nunca deve estar comprometido em compls ou conspiraes contra a paz e a prosperidade da nao, nem comportar-se incorretamente com os magistrados subalternos, porque a guerra, a efuso de sangue e as insurreies foram em todo tempo funestas para a Maonaria" Ter que notar que este ponto constitua uma reforma das antigas obrigaes manicas, as que especificavam fidelidade Santa Igreja catlica.

E sobre a conduta na Loja nos recomenda: "Que seus desgostos e pleitos no passem nunca a soleira da Loja; mais ainda: evitem as controvrsias sobre religies, nacionalidades e poltica, pois, em nossa qualidade de Maons no professamos mais que a religio Universal antes mencionada. Por outro lado, somos de todas as naes, de todos os idiomas, de todas as raas, e se exclumos toda poltica pela razo de que nunca contribuiu no passado prosperidade das lojas, nem o far no futuro".

A promulgao destes princpios realmente universais que constituem a essncia do humanismo e cuja perfeita aplicao faria desaparecer todas as diferenas entre os homens, todo motivo de luta e de inimizade, fazendo reinar onde quer a Harmonia e a Paz , no livro de Anderson foi o que atraiu Sociedade um nmero crescente de simpatias e ocasionou sua rpida expanso e difuso em todos os pases.

Todos os idealistas se sentiram no dever de colaborao [com a Maonaria], encontrando nesta um campo de ao e uma fortuna exterior apropriados para expressar e realizar seus particulares propsitos e idias. Assim foi como convergiram nela os 12 Manual do Companheiro Maom Aldo Lavagnini homens mais distintos da poca e se fundiram muitos esforos at ento isolados e desagregados.

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